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| Sala de hotel em Marraquexe |
Deixou de reparar na beleza,
Na forma como as vogais se apagam quando queremos seduzir,
Confiava Agora num tampo de mesa rústico,
De uma madeira tacanha,
E Dolorosa ao toque,....
Na vontade de emprestar sedução,
Permitindo agora que a ponta áspera de uma língua,
A acordar um sexo adormecido em manhãs que se cruzavam,
Se desvanecesse,
Quase como a vida efémera de uma flor,....
E por isso pensava,
Refletia,
Despia se e vestia de argumentos que dessem sabor à vida,....
Mas tinha,
Parado de confiar no bom senso,
E na vontade multifacetada dos humanos,
Em abrir a alma ao semelhante

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