terça-feira, 10 de março de 2026

E depois,...

 É mortal,

Está desenhado a carvão,

Usa calças compridas,

Que foram do pai,

Do avô,

Do monstro que acomodou debaixo da cama,....


Conversou o possível,

Na sombra de um deserto deixou a esperança,

O som de todos os fins que surgiam,

Amarfanhado no fino trato de um menino perdido,....


Este era o fim de todos os discursos,

De versos amarelecidos pelo frio,

Descrevendo uma sombra,

Duas razões,

Previsões monoteistas de um fim do mundo de todas as cores,...

E depois,

A ascensão aos céus dos que ficarem,

As crianças ficarão ensandecidas,

E o mundo renascerá com um conceito pouco ou nada mudado,

E na ausência de conteúdo 

                                                                    Tirado daqui

16 comentários:

  1. You certainly have a way of exposing the troubled waves of life. Such a cool poem!

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  2. Definitely a dance of politics. It feels dreadful these days. Oh, I read so many happy articles about burger wars and have you found the write shoes. No one, really wants to talk about the real issue going on. All the best to your creativity!

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  3. So love your muscle of writing! You create such tangled moment and splendid retaliations. Keep writing!

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  4. Such enrichment! So thought provoking! All the best to your creativity!

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  5. Gostei muito deste texto e da reflexão que ele nos trás!

    Bjxxx,
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  6. Olá, ótima poesia que nos faz refletir bastante, abraços!

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  7. E depois Miguel?
    E depois de ler sua poesia,
    a vontade é de fechar os olhos
    e esquecer as dores da vida
    e a urgência do dia a dia.
    Adoro vir aqui nos meus
    fins de tardinha.
    Bjins
    CatiahôAlc.

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