que diga adeus,
sucumba de morte
desejada,
mas nunca morrida,...
tenha pernas,
corpo de mulher
esquecida,
faça sopro sem
sol,
e uma sombra
aquecida com o frio,
restante do princípio
cataclísmico da última manhã,...
que ela saiba esquecer,
envie coleções de noites
ocultas,
pelo ar infundado e
permitido,
porque ela volta
sempre,
o adeus nada faz
dela,
como buraco sem fundo
Profundo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarVery intriguing. You always have a way of finding a haunting melody.
ResponderEliminarThanks again
EliminarThe visual goes so well with this piece.
ResponderEliminarThanks again
EliminarYou always have me coming back for more!
ResponderEliminarThanks again
EliminarVery mysterious! Did you get a chance to watch Bad Bunny's performance at the Super Bowl. Very creative how it starts in the fields. Quite epic, indeed.
ResponderEliminarThanks so much
EliminarBela poesia!
ResponderEliminarBoa semana!
O JOVEM JORNALISTA está em HIATUS DE VERÃO entre 03 de fevereiro à 09 de março, mas comentaremos nos blogs amigos. Mesmo em Hiatus, o JOVEM JORNALISTA está no ar cheio de posts novos e novidades! Não deixe de conferir!
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Até mais, Emerson Garcia
Obrigado emerson
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