Deixava que fosse com damascos,
A pele das pessoas refletia a simplicidade,
E era o entardecer quando se chamava pelo passado,....
Num cesto a fruta disposta,
Um jarro de água com vários copos,
E chamavas me,....
Longas e possíveis formas de me prenderes à tua passividade de sempre,
A tua longa,
E deliciosa calma cativante,....
Comigo num silêncio de cetim,
O meu respirar continuava,...
Parecias assegurar,
Seres o vestido de cetim da jovem que ali tinha vivido décadas antes,
E saia de casa para percorrer os verões intermináveis de então,....
Será que havia também damascos
Tirado daqui
Melancólico poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarPerfume de fruta madura!
ResponderEliminarBom mês de Julho!
Obrigado igualmente 🙂
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