Cortar te de algum vulcão,
Deixar palavras por escrever,
E sim,...
Fumo nos olhos,
Corpos insinuados na indecisão de uma janela de inverno,.....
Eu sou o apresentador desta vida,
partida em bolo de cenoura,
Com fatias às meias horas,...
E como te direi,
Talvez um horizonte bordado a neve,
Em que regressas ao magma do topo de montanha,...
E voltar a ser o passado tapado com uma caldeira Invisível,
Para que de futuro percebemos nada,
O presente seja a manta que nos afasta da noite, ....
E o agora daqui a bocado,
Quando a dor de cabeça da morte ja me tiver chegado
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| Pier Paolo Pasolini nas filmagens de O Evangelho segundo São Mateus (1964) |

Profundo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
Eliminar'E como te direi? ' apresenta-me esse horizonte bordado a neve ,
ResponderEliminarte apresento bordado a sol ... rs um grande abraço M
Obrigado 🙂
EliminarA very beautiful poem, and the photo of Pasolini evokes other, more romantic eras!!
ResponderEliminarThanks again 🙂
EliminarTudo muito lindo. Gostei particularmente do aviso colocado no portão: "Cuidado com o cão. Eu mordo".
ResponderEliminarObrigado. Seja qual for o significado do que escreveu
EliminarPlease read my post
ResponderEliminari did, rajani
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