arrependi-me sempre das palavras,
Do que elas continham,
Do que se esforçavam
por não dizer,…
Prendi o meu senso comum,
aos arrendondamentos de uma frase,
à síntese de uma metáfora,…
Mas nunca me chegou,...
E havia água,
sempre,
para que a secura de voz
que se seguia se sentisse menos,...
mas o arrependimento
estava lá,
vestido,
despido,
oculto por chuva
suja,
desprendida de um céu sem idade
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| Haik kocharian, Over. New York, EUA |

Profundo poema.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarMuito bom!
ResponderEliminarQuantas vezes me temos água!...
Tudo de bom!
Obrigado 🙂
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