Não era deste tempo,
nem sequer de
quando o presente
se chamava miúdo,
menino de ranho farto,
e olhos vivos,
foi de quando as
mães se achavam prontas,
para que a partilha comigo
fosse o choro,…
aquele tempo arrepiado,
com frio e quente
de carinhos sujos,
e parco de saber
e conversas inúteis,…
aqueciamo-nos,
eu e quem me confiava
segredos,
na chama invisível
da confiança,…
e aqui nos tínhamos,
insuficientes,
mas de tranquilidade
reconhecida

Profundo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarSabe Miguel,
ResponderEliminarSeu escrito é lindamente
fresco, suave e me tras
um sentimento de saudade...
Sabe aquele suspiro que vem
lá do fundo da gente?
Então... é esse.
Adorei ler.
Bjins de uma semana promissora.
CatiahôAlc.
Obrigado catiaho
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