Tirado daqui
num país que não sofreu,
há canteiros em semi-círculos
rasteiros,...
a verdade sabe a menta,
e um copo de anis raso,
seguido de uma avença de agressão,
tão própria do que o povo
produz,
e os poetas eternizam,...
e a lógica,
as dores,
o cobalto que te
seca feridas,
e esvazia a cabeça,
esse está guardado em caixas,...
para que o povo
não sofra,
e o país rivalize
com a memória
Profundo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarBelas palavras.
ResponderEliminarBoa semana!
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Até mais, Emerson Garcia
OBrigado Emerson.
EliminarBom Natal
Mais um poema profundo que você trouxe, Porventura passando pra desejar um Feliz Natal pra você e para toda a sua família bjs.
ResponderEliminarObrigado Lucimar. Agradeço sempre seus comentários gentis, para me fazer sentir bem:), e devolvo os votos de feliz natal.
EliminarBravíssimo Miguel!
ResponderEliminarLindos versos.
Desejo que tenha
lindos dias festivos.
Bjins
CatiahôAlc.
de Cecília Meireles – “Natal”
“De repente, do céu desce uma estrela,
e o mundo inteiro se ilumina.
Nasce o menino que é pura esperança,
e a terra canta sua alegria divina.”
Obrigado 🙂
EliminarBeautiful poem 💖
ResponderEliminarThanks so much
EliminarEscreve muito bem, muito bem mesmo. Boas festas
ResponderEliminarGentileza sua:-)
EliminarBoas festas tb