Ela cheira a liberdade,
Em todos os cantos assume a revolução,
Os anos perdidos com a verdade,
O meio tom de verdade,....
O futuro agora,
Os passos de novidade que ela espalha ao som do silêncio,
São encenados,...
Doses inaptas de loucura,
Porque ela anula o desejo,
Encena a razão,....
Quer que a chamem de mentira,
Uma mentira em construção
Tirado daqui
Profundo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarI like how this starts. What an interesting visual with this poem. Thanks so much.
ResponderEliminarthanks again
EliminarYou give a lot to think on with this poem. The visual made me smile!
ResponderEliminarthanks so much
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