quinta-feira, janeiro 13, 2022

Azevinho


 O caminho,

teremos sempre o caminho,

o mesmo onde não me levaste,

e em que cheirava mal,

uma, duas, três parcelas

de azevinho,

e pronto,

até o amor serviria o peso indistinto

da inevitabilidade,

mas não há luta,...


só o conformismo sem peso,

do luar,

debaixo do qual até te

posso amanhã,

esperar

12 comentários:

  1. Arbusto silvestre com espinhos. Espinhos.

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  2. A 2ª estrofe redime o poema com a espera feita ao luar.
    Abraço amigo.
    Juvenal Nunes

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  3. Do conformismo apenas vem a paz, o que já não é nada mau...
    Excelente poema.
    Continuação de boa semana, caro Miguel.
    Um abraço.

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  4. Na espera pode haver surpresas, ainda mais se for sob o luar, a poesia que não tem endereço fixo, agradece.
    Eu também agradeço a sua gentil visita na minha ausência. E seus votos de saúde.
    Beijo beijo beijo beijo.

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  5. Não sou muito fã da música(?)dos meninos de perucas coloridas risos
    mas é apenas um sonzinho ritmado...
    O poema me diz que 'teremos sempre caminhos'... e podes até esperar,
    independente dos azevinhos.
    Muito bom M
    e mais um abraço

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  6. A passar por cá para conhecer mais um bonito poema.

    Isabel Sá
    Brilhos da Moda

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Acha disto que....

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