E vais correr,
Entre os desalinhados,
Os infindos,
As vozes estranhas,
As fugas a abraços indesejados,
A irritação de sons nasalados mal pronunciados,....
Corres sem destino,
Mais depressa que a verdade,
Que a mentira matada e morrida,
Saltas por cima de bocas,
Anuladas e outrora ferozes,...
E quase no destino,
Uma queda violenta,
A súbita presença notada da gravidade,
Trava-te a fuga,...
E a finitude do que desejas,
E podes esperar,
Ressurge escorreita
Tirado daqui
Melancólico poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
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