As dores,
O que se desenha das dores,
A vocês meus irmãos,
Já não se servem cervejas frias,...
Chorem antes em silêncio,
E há o que se crava nas vossas costas,
Envergonhadas de chibatada e desprezo,....
E o que vos contaram é verdade,
Voa-se quando se tem de voar
Encolhe-se o orgulho,
Finge-se notar a presença de um tempo que em si confunde,
Entristece até,....
E permaneçam assim entrevados no medo,
As gargantas não irão secar,
E as dores porventura nem vão prever novo tempo

Profundo poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
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