Ao único sítio onde se sentiam bem,
Uma casa sem teto,
Sem janelas,
Com os nomes de todas as decisões mal tomadas da história escritos a vermelho sangue,...
Só lá o tempo parecia fluir como um carreiro de formigas,
Os homens podiam sentar-se com a consciência ao nível do sexo,
Tal como sempre mandou a criação,
E as mulheres contemplavam as nuvens bordadas no céu cinzento,
Que exalava o perfume enganador da morte escondida,...
A criação acabou neste sítio,
O mundo foi engolido pela raiva da sua estrela,
A linha tempo-espaço fundiu-se com a matéria negra do universo,
E restou o verbo,...
Com a promessa vã de nova conjugação
8 comentários:
Acho interessante :) talvez fizesse os versos do mesmo comprimento mas são gostos e detalhes pessoais!
www.photographandread.wordpress.com
Interessante.
Ok:-)
Obrigado:-)
É intrigante de facto. Nem sei que diga ao certo. Acho apenas que servirá para refletir imenso. Ótimo poema!
Obrigado Carolina.
:-)
Gostei! Tal como disseram, intrigante, diferente... :)
Continuação de bom trabalho!
https://healthyfoodandme.wordpress.com/
Obrigado Sara
:-)
E restou o verbo, nem mais! Palavras não têm significado no meio do caos e da escuridão.
:)
:-)
Obrigado pelo comentário, Miss de Blogger
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