26.3.18

Futebol e xadrez



...um jogo de brilhos nas esquinas do teu sorriso,
Um xeque-mate ao passar sem me vergar,
Guarda-redes assumida com os passos para me ignorar,
Prolongamento para a vitória entre meus braços,...

Não há árbitros porque o vento não quer,
Ninguém assiste porque a linha da alienação não deixa,
Furada a barreira invisível,
Sigo pé ante pé para o golo,...

Apito final,
Acabou a época e agora o silêncio,
Não me façam mais perder o
Xadrez da solidão ...

Tirado daqui

2 comentários:

Nádia Santos disse...

Deve ser a primeira vez que leio um poema com base no futebol. Está engraçado.

Porventura escrevo disse...

Engraçado não é mau:-)
Obrigado pela apreciação

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