as pernas dos verbos são a rotina dos
relógios de cada motivo,
ignorar,
ensandecer,
solitariar,...
pintam-se acreditares para que o amanhã,
seja igual ao que ontem
se dissolveu na poeira....
"Ensinou-nos muito mais do que devíamos aprender, mas ensinou-nos acima de tudo que nenhum lugar da vida é mais triste do que uma cama vazia." (Crónica de uma morte anunciada, Gabriel Garcia Marquez)
Que lindo poema :)
ResponderEliminarBeijinhos !
https://liveloveandlaught4.blogspot.com/
Obrigado :)
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