ainda te posso ouvir,
ao longe,
perto do soluçar híbrido
do vento que ampara
os quereres que todos
matamos de quando em vez,...
estás a professar a
placidez dos momentos perfumados,
do nada que
gostamos de traduzir
em leituras de escritos
indecifráveis,...
permanecemos aqui,
à espera do lavar da cara
do tempo que sirva para que
outro momento mate o que
queremos deixar por baixo do vórtice
da intensidade que nos mata,...
desconheço pormenores de como desenhar com
mais intensidade o que
vejo na escuridão da minha mente,
para que entendas finalmente como soluço
com o passar dos segundos,
esperando que a dor
que me enforca,...
deixe a herança que
estirpa cair no prato pequenas
migalhas de ácido decifrador dos
olhos que foste perdendo com o
caminhar inexorável do
que escrevias,
pensando assim poder
interpretar o que de mim
foste apenas conhecendo....
2009/10/31
Rumor
Etiquetas
'Depois de almoço'
(9)
'abrir os olhos até ao branco'
(2)
'na terra de'
(2)
Absurdo
(62)
Blog inatingiveis
(4)
Contos
(61)
Dedicatória
(22)
Denúncia
(2)
Dia Mundial da Poesia
(7)
Diálogo
(6)
abstracao
(1)
abstrato
(197)
abstração
(19)
acomodações do dia
(1)
acrescenta um ponto ao conto
(1)
alegria
(2)
alienação
(1)
amargo
(4)
animado
(2)
animais
(4)
aniversário
(11)
antigo
(1)
antiguidade
(1)
análise
(1)
atualidade
(2)
auto
(1)
auto-conhecimento
(4)
autor
(12)
blogue
(10)
breve
(4)
casa
(1)
casal
(1)
coletâneas
(2)
companhia
(1)
conformismo
(3)
conto
(4)
corpo
(5)
crossover
(4)
cruel
(1)
crónica
(1)
curtas
(8)
depressão
(6)
dia da mulher
(1)
diamundialdapoesia
(2)
dias
(1)
dissertar
(11)
divulgação
(1)
do nada
(5)
doença
(1)
escrita criativa
(1)
escritaautomática
(10)
escritores
(12)
escuridão
(2)
pessoa
(6)
pessoal
(33)
pessoas
(13)