20.1.18

Da claridade das horas

Não sei dizer um sorriso que se desfaça,
Nem o choro do fim de vida de mulheres que não desenharam o amor ,
Para o suficiente do escrever saudade,
Bastariam as saias da chuva quando abraça a terra seca e 
Moribunda,...

Fazendo desníveis de humanidade com versos insuficientes,
Deixa a partilha de sonhos de criança por fazer,
O fim de vida do amor por conseguir no desenho tosco dos amanheceres,...


Experimenta agora deitar a consciência no que resta de pensar assim...

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