No fim a vossa vida,
O teu corpo perdido e pleno de desilusão,
Para que fales sem que te entendam,
Defines cartesianismo com um estalo de língua,
Dependência de amor como doença,
Dias que faltam ao quociente da loucura,...
Sim,
Sobeja um comprimido para o resto zero,
E assim ser dia de novo,
Deixado de cócoras,
como a humilhação

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