Deixava que fosse com damascos,
A pele das pessoas refletia a simplicidade,
E era o entardecer quando se chamava pelo passado,....
Num cesto a fruta disposta,
Um jarro de água com vários copos,
E chamavas me,....
Longas e possíveis formas de me prenderes à tua passividade de sempre,
A tua longa,
E deliciosa calma cativante,....
Comigo num silêncio de cetim,
O meu respirar continuava,...
Parecias assegurar,
Seres o vestido de cetim da jovem que ali tinha vivido décadas antes,
E saia de casa para percorrer os verões intermináveis de então,....
Será que havia também damascos
Tirado daqui
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