A Lisboa que eu gosto não está escondida neste suspiro. Nem naquela lágrima de fim de vida. Está antes no fado das velhinhas que aprofundam a relação com a solidão naquelas tardes de riscos atabalhoados. A minha Lisboa é também a dos espaços apertados entre os grãos de chuva que se desfazem no líquido de que os sonhos são feitos.
"Ensinou-nos muito mais do que devíamos aprender, mas ensinou-nos acima de tudo que nenhum lugar da vida é mais triste do que uma cama vazia." (Crónica de uma morte anunciada, Gabriel Garcia Marquez)
26.11.09
Será que ainda sei mesmo escrever?
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