A Luísa,
O nome não existe,
Deixa que permaneça escondido na base da janela da sala,
Por onde a chuva vai entrando em fila,
Nas dobras deste inverno que nao desaparece,....
A Luísa fez costura há muito tempo,
E viveu aqui,
Por entre as roupas que o silêncio desenhou,
E longe da chuva que ficava de fora,
Porque o tempo a julgava improcedente,....
A Luísa amanhã voltará,
Basta que deixes a gaveta aberta,
A segunda a contar do fim
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Acha disto que....