Agora decidiste sentar-te,
a vontade transveste-se,
e não há tempo para um beijo,
para devassas de corpo,…
tempo só para planear inocências,
e escrevem-se,
está redigida a partida depois
de o relógio se desfazer,
e anulada a prisão dos sentidos,
cada um procurar caminhos que cheirem
a organdim,….
e com árvores a abanar,
de copas quase vergadas à
invernia dos elementos,
dizemos adeus,
de que mais se precisa
a virtude,
quando a distância tudo
cura
Tirado daqui
Melancólico poema. Te mando un beso.
ResponderEliminarUn beso tanbien
EliminarNossa! que lindo...poema sutil que nos faz refletir, abraços!
ResponderEliminarObrigado pelo elogio 🙂
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