o que se celebrava nas tuas ausências,
nos contornos infelizes
de uma boca silenciosa,...
cheirava a húmus,
a terra fecundada
num canto perdido do real,....
e se nos subtraíssemos
ao presente,
funcionaria o tempo como
jóia eterna da presença,
anunciada e desejada,....
o que se celebrava nas
tuas ausências,
confirmava-se agora
ao anoitecer
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| La chimera (2023) Alice Rohrwacher |

Deixando um abraço, lendo e celebrando teus silenciosos poemas.
ResponderEliminarPoético enigmático e a pensar ... nesse anoitecer. Bons dias ,amigo
obrigado:-)
EliminarThe conclusion at dusk feels very final, as if the mystery of what was being celebrated in that absence has finally been revealed or accepted. It’s a beautiful, atmospheric reflection on time and reality.
ResponderEliminarThanks so much melody
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