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31.1.19

Ideólogo da desgraça

era como que um armistício de ideias,
sair de casa fazendo contas
ao que se preferia que não estivesse no pensamento,
e a dividir sobremaneira a vontade de arranjar inimigos de ideologia,
fazer tudo para ter a consciência aprisionada em grelhas de aço invisível,...

chama-se revolta à necessidade de ser o ideólogo da desgraça

26.1.19

Meu nazismo impoluto e resguardado

as cores com que se escreve o ser mau,
a vontade de palmilhar todas 
as ideias dignas de discussão,
e minimizar danos 
com a preferência 
pela ignomínia,
e desejo de conflito,
sempre estiveram 
estendidas ao sol,...

como a única roupa 
de um pobre,
que tem necessariamente 
de ser usada e 
apertada como várias 
segundas peles,...

lembrei-me de juntar 
todas as premonições 
de conflito redescobertas 
com este afã,
e tornar-me eu 
próprio mau,
incapaz de lamentar livros
 por ler,
beijos por dar,
e até ignorar os 
contornos de uma noite
 dormida sem som,
sem gosto,
só acompanhada 
por abandono,...

para afirmar-me como mau,
só precisei de ter fome,
e assustar a luz com o 
meu nazismo impoluto 
e resguardado 


4.10.18

Texto fraco, fraco

O patrão tinha acabado de despedir dez estivadores . Ninguém queria subversivos na empresa, alegava o senhor doutor. Eram homens que trabalhavam quando a sorte queria. Trocavam murmúrios com os colegas, e nem sequer perdiam tempo a deixar passar uma frase coerente por entre os lábios. As horas,
Passavam-nas a carregar sacos de ráfia cheios de trigo da cabine dos camiões, para o interior de monstruosas barrigas de navios, que depois largavam em direção ao ultramar. 
Estes homens passaram fatias incontáveis de tempo a fazer a mesma coisa. 
E um dia, dois deles, irmãos de sangue vindos da província, filhos de pais diferentes mas que juraram compromisso de amor para toda a vida quando ainda eram petizes, e mal falavam, pediram um dia para ir à terra visitar a velhota que os tinha criado. No quarto de alfama em que dormiam, receberam uma carta a dizer que a mãe de amor estava por dias. Já não comia, fazia as orações desconexas, sem sentido, e sem sequer chamar pela nossa senhora que sempre a acompanhava. Acordaram ambos que tinham de fazer o que era a obrigação que a vida lhes dava, e no serviço pediram ao capataz. 
A resposta foi a ordem para se apresentarem ao senhor doutor.  Foi tudo tão rápido, que só perceberam que tinham perdido o emprego. Os colegas que quiseram saber porquê, também foram despedidos. Lá fora, à chuva, dezenas de chefes de família, donos só da roupa do corpo e de incontáveis bocas para alimentar em casa, esperavam a oportunidade para serem eles a receberem por aquela fantasmagórica percepção de realização pessoal. 
O senhor presidente do conselho, no dia seguinte, ia brindar aquele pedaço de progresso com a sua presença. 

20.8.18

Poema aos mortos-vivos

não gosto do jeito de fazer poesia destas segundas-feiras,
a falta de mulheres tranquilas,
seguras de que o tempo se lhes molda às pernas,
e não haver filhos sem versos nos olhos,
irrita-me,...

proponho poesias sem dias definidos,
a detestar os poetas,
acusando-os de um belicismo de todas as cores,
e que insulte as pessoas para depois as ressuscitar,...

perceberam?
mortos-vivos


15.6.18

Manifesta mente

capitalista de pés gastos sonhado,
como avenida sem luzes dos fins de,
meses sem salários,
rés pobre,
falso preceito,...

e no fim de um dia aos gritos sem voz,
o voltar para casa a pensar que aos bochechos,
se enche uma cozinha de ar com o que se traz da rua,
partido em nada 

18.5.18

Um dia gostava de saber escrever assim

nicolás guillén / dois meninos


DOIS meninos, dois ramos de um mesmo arbusto de miséria,
juntos, na noite quente, sob o mesmo portal,
dois meninos, mendigos cheios de pústulas,
comem de um mesmo prato como cães esfomeados
a comida lançada por preia-mar de banquetes.
Dois meninos: um negro, o outro branco.

Suas cabeças unidas, semeadas de piolhos;
seus pés muito juntos e descalços;
as bocas incansáveis num mesmo frenesim de mandíbulas,
e sobre a comida gordurenta, azeda,
duas mãos: uma negra, outra branca.

Que união tão sincera e tão forte!
Estão ligados pelos estômagos e pelas noites foscas,
e pelas tardes melancólicas nos passeios brilhantes,
e pelas manhãs explosivas,
quando o dia desperta com seus olhos alcoólicos.

Estão unidos como dois bons cães…
Juntos assim como dois bons cães,
um negro, o outro branco,
quando chegar a hora de marchar
irão querer marchar como dois homens bons,
um negro, o outro branco?

Dois meninos, dois ramos de um mesmo arbusto de miséria,
Comem, na noite quente, sob o mesmo portal.

1.5.18

A segunda do Primeiro de Maio

Após aquela revolução, as pessoas saíam à rua vestidas com roupas garridas, feitas com tecidos reciclados, que estavam guardados nas gavetas há anos. Disseram pela rádio que a noite tinha acabado, e que a alegria estava de volta e era para ser pintada nas paredes, de manhã à noite, com tintas invisíveis e que só pudessem ser vistas quando houvesse necessidade de celebrar a liberdade.
Aos gritos, os velhos abraçaram as crianças, os solitários os alegres, as crianças sentiram-se adultas mas de uma forma natural, quase como se lhes tivessem crescido novas peles duras e que servissem de carapaça ao incerto que aí vinha.

25.4.18

44 anos

Nos pisares das fases menos obscuras da lua,
seriam frases as facetas pouco abstratas daquele povo,
redigidas com o aligeirado da bruma da manhã,...

um grupo de cabeças estendidas ao sol,
como roupa molhada de dois dias que a chuva entregou às humidades de descida à terra,

vestido de imberbe juventude,
sonhava este povo com o primeiro beijo à mulher de rosto
adormecido,
sentia-lhe o cheiro,
penteava-lhe os cabelos de seda com o sono da noite de décadas,...

e quando ela veio apresentou-se,
assinava liberdade,
com a imperfeição de gomos de laranja que a deixava doce para a eternidade


13.4.18

Bilhas de água

as frases eram bilhas de água,
que pendiam das cabeças das mulheres
que deixavam a prole em casa,
e recitavam as prescrições dos medos
que lhes sustentavam as doenças,...

era um tempo de frutos maduros,
e as árvores a dançar
com as fémeas da necessidade,
as que arriscavam até o amor para
poder dizer amanhã,
sem chorar o que devia ter sido,...

e foram passando rios de
tempo sem pais,
minutos sem fim,...

e das mulheres foram
sobrando as velhas,
e da prole os
descontentes,...

a quem só lhes restava
as bilhas de água,
sem voz


5.4.18

Plano quinquenal

camarada professor não prestidigitaremos a vida assim,
o senso do coletivo é mais importante que a percepção de
realização pessoal,...

por isso declaro,
de hoje em diante fim aos poemas opacos e afuniladores da resolução da classe operária,...

que fiquem os versos que instalam a exaltação,
nos dias de nevoeiro que nos assolam antes da vitória final


4.3.18

Crónica de um conformismo anunciado

Não eram muitas musicas,
Só as suficientes para untar a pele
Das pessoas que davam as mãos naquela
Praça,
A busca era pela liberdade de,
Juntos,
Poderem não decidir o melhor para o futuro comum...

Ser cada um a escolher as suas próprias
Frustrações,
A ir para casa ao final da tarde
E carpir mágoas em redor de
Um prato vazio,
E principalmente deixar os filhos
Praticar um modelo próprio de conformismo,...

Assim ficou decidido,
Fez-se uma grande fogueira de lume
Brando,
E queimaram-se ideologias de bem comum,
Durante dias que nunca mais voltaram,...

Hoje falamos de um país terminado
De pessoas,
Ficaram as ideias inócuas a lamber os
Passeios da chuva branda
Que o céu desprende


1.2.18

Manifesto mente

Não nos lembra a fome quadrada,
Nem as pontas da desonra de querer honra,
Só a parte indubitável de estar vivo faz força para assinar este compromisso,
De pensar,
Para um futuro que não nos pesará naquela certeza de respirar com 
A mão forte do sol,...

Somos a parcela maior dos levantados do chão,
Quem assume porventura a letra do
Saber como sangue por cima da pele moribunda,
Estaremos além porque para aqui já basta os olhos foscos dos mortos de fome,
Dos livores por cima da falta de alma dos desalmados,...


O estado que nascer daqui não terá estado,
Nem tutores porque da tutoria está a morte da terra cheia,
Terá o foco no que pelo menos ao entardecer,
Torne cada um igual a si próprio,
E ao outro que caminha para a destruição....


3.1.18

Suez desejo

Um povo entornado na água do tempo,
Um futuro refletido no som revolto do passado que são as encostas por onde passa este rio,
E o menino que vê,...


Resultado de imagem para povo rio

Sentado nos desdobramentos da fome que mata com o sonho de poemas de revolução...

26.10.17

Conforme o conformismo



Mais povo mas menos escritores,

Era o grito arranhado e estridente 
Que pululava na Praça de tarde bem anoitecida, 
As mulheres querem trabalho honrado para os maridos,
Os maridos não querem culpa
Na dor enraivecida dos filhos com fome,
Os filhos fogem aos avós chorosos, 
E a carne de todos arde na irrelevância sofrida do tempo que espezinha o lupen que nada vale,

A lua despe o céu do Sol tímido de outono,
Com o último grito de revolução o silêncio espanca todos a uma submissão encardida e unitária ...



Image result for manifestação PREC



16.6.11

Toma lá, ó 31!!!



De Jonátas de Silva e Melo Porcalheira a 16 de Junho de 2011 às 12:38

Admito que me faz comichão a existência de um blogue como estes. Ainda mais assumir-se toda a gente que aqui escreve, ou pelo menos grande parte dela, como terroristas. Fazem-no por causa das manifestações ridiculas de transformismo que fizeram durante os últimos tempos de Governo socialista? por causa do gravissimo furto de bandeiras autárquicas? Criar este tipo de blogues, num país tão marcada e crescentemente corporativo como é o nosso significa, no meu entender, acentuar a desorientação das pessoas ou, por outras palavras,dizer-lhes que vale tudo para que acima do bem comum, venha o seu próprio bem. Criticar desta forma um capitão de Abril, uma pessoa que, concorde-se ou não com a sua orientação política ou do grupo onde se inseriu, deu de si próprio para que um país saísse da penumbra e pelo menos tentasse entrar numa rota de futuro, é mostrar mesquinhez e, precisamente, dizer às pessoas que a liberdade individualizada, e individualista, é no fundo a única saída para que o nosso país possa estancar a saída de jovens que tem sofrido, e lhes dê renovado desejo de permanecer no próprio país. Acredito, com cada vez mais veemência, que existem várias noções de liberdade. Há mais liberdade no sentimento de pertença a um país que nos dê garantias de bem-estar, do que existe nos fins-de-semana que devotamos a ir a centros comerciais gastar, porque há quem queira que o façamos dessa forma. Com este confuso discurso, o subscritor pôe-se inteiramente ao lado do tenente-coronel Vasco Lourenço quando ele, de uma forma excessivamente prudente na minha opinião, deu a entender que é triste um país que permite seres como Paulo Portas no Governo. É uma nação que, com isso, prova que não tem consciência crítica, que é populista, que cede a lobbys de pressão e não a ideias concretas para o desenvolvimento de um país. Acabo de escrever este texto, ouvindo os futuros donos deste país a traçar um destino negro para todos nós. O ultra-liberalismo vai tomar conta da nossa rotina, vai trazer-nos incerteza laboral, incerteza na educação dos nosso filhos, incerteza no acesso aos cuidados de saúde. Mas o 31 da Armada há-de cá ficar a defender este estado de coisas.

4.6.11

Assembleia Popular



Não conciliaram as coisas
do portento saído da
Assembleia Popular,...


derivadas as conclusões,...


a arraia queria desnorte
seguido de tranquilidade,
pão com água e
a subir para o céu
um trampolim de
tranquilidade,...


naquela praça
que se desfaça quem
for contra,...


votada a decisão
com o secretismo
que o braço impõe,...


fez-se silêncio,
amplificadas as discordâncias,
saiu tudo de arrasto,...


cada um para seu lado,
com o engodo do som
inexplicável do imobilismo.....

1.2.11

Povo somos ninguém


frio e frios de percepção,
estavas e ao que podíamos ter
chegado,
num social de medos
brancos e forrados a
tijolos de lágrimas,

estava escrito consoante
estas regras,
assim deixasse o povo
de ser triste,
e lhe pintassem a calçada
transparente de morte
ao longe que se deseja....

3.9.10

'a injustiça é uma mulher ingrata'


há surdas coisas amarelecidas pelo vai-vem
descontrolado do velho
que segura o tempo,
enrolam-se pequenas distrofias mal explicadas,
conseguidas apenas
com o azular do amanhecer que se
impõe nas esquinas poeirentas destes países
que saem à rua na aldeia,
queremos revoluções,
pintam-se paredes pedindo
evoluires fáceis de digerir e
com pão na mesa para todos,
há o falar fácil do velho
jovem que cativa os descontentes,
'a injustiça é uma mulher ingrata',
gritado dá para que se aplauda
à espera que a chuva comece a embalar a terra que já
nem chorar consegue.....

9.8.10

Político cumpridor


pesados nãos que
nobre feito da minha
burguesia desconjuro
nesta noite,
sou frase,
ditongo anasalado
de choro,
não me peçam
ordens,
nem sujeitos oradores,
só revisões dos conceitos mortos da
ideologia que já espremeu velhos
idiotas,
ordeno que me
fuzilem no cheiro
fétido a falhanço,
falhei povos,
desprezei líderes,
perto da sombra que
deixo como legado,
nem a morte
encontra banhos
de fé,
a sumir de tudo isto,
fim neste testamento
das ideias ácidas
de nada fazer....

23.5.09

Avenida a marchar sem som

já que o fraco som
da legislada precariedade
nem sobra para o vento
que nos alisa a memória,
que se abram portas
invisíveis de democracia
flambé,...

à espera com gritos,
aguardando pelos aflitos,
dos descarnados com
aflicão,
de gente fluente em
escarros e consideração,
com mistos de
fado,
e zonas de morte sem tom,...

findo o pranto descrito assim
restaste o que podendo ser,
foi-se com lutas de mim
para o nada....

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