Mostrar mensagens com a etiqueta Escrever. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Escrever. Mostrar todas as mensagens

1.12.18

Era uma vez todas as vezes

era uma vez, 
gostar tanto de dizer isto 
dói a valer como 
se as rugas,
os engilhamentos 
cá de dentro,
se desfizessem 
à medida que 
vivessemos por entre 
as ruas que os raios de sol 
fazem,
e depois congelamos 
nós porque nem sequer as 
entendemos,...

coitados de nós,
os que assim pesam 
mais que eles mesmos 
sem ossos,
sem espinha,
com o coração redigido
 à mão em letra do 
tempo do Gutenberg,...

era uma vez,
acredito numa 
sociedade com 
aquele poucochinho 
de exploração,
só a mesma desonrada 
sensação de egoísmo 
que nem faz parte do 
mesmo querer,...

termino assim,
com dentes na 
menina triste que 
chora em todas as 
histórias 


30.11.18

A não ser que não se escreva

nem com as missangas de
cada palavra,
com as frases escondidas
 na baba solta de um
velho a bater
à porta da morte,
nem assim desfiámos
qualquer coisa de resguardado,
naquele romance que
ninguém entendia,...

batíamos à porta dos
vizinhos da esquerda,
e à direita o sexo
arranhava a parede,
como noite sim,
 noite não,...

e nós como autores sem registo,
sem influência,
só em busca de frases
intermináveis,
sem pontos
finais e vírgulas meladas,....

não se fez livro,
só se descreveu o não
retorno ao início


10.11.18

escrevo sempre qualquer coisa

escrevo sempre qualquer coisa porque naquele prédio não há livros,
nem que seja que já tive amigos outrora,
quando dividia as palavras em amor e adoração,
e as pessoas gostavam de mim por isso,...

quando me mudei,
e fui saltando de bairro descosido,
em bairro descosido,
tornei-me fechado,
as letras começaram a cheirar a argamassa,
e eu sei que usei alguma para fechar uns buracos insuspeitos,
que se me abriam no peito de vez em quando,
e por onde o ar carrilhava o suficiente para me ir deixando desconfortável,...

hoje estou num sítio frio,
onde vou sempre escrevendo qualquer coisa

7.11.18

Bloqueio criativo

não me apetece escrever nada hoje,
sinto que os meus dedos 
caíram no buraco 
sem fundo da dúvida,
e não há ruas 
onde possa ir para 
conhecer luzes
 opacas,
das que nos 
furam a pele e ressurgem com mil 
histórias de pessoas de sucesso,
com vidas medianamente desafiantes 
para fazer perceber aos outros 
como compensa rabiscar criação literária,...

poderia forçar o erro,
e esperar por dois 
beijos de instinto,
com a louça de uma 
casa perdida 
no tempo,...

mas não vale a pena 

30.9.18

Enfado da escrita

já não sei se sei escrever,
detesto folhas brancas encravadas 
em metáforas lavadas,
só para cheirarem bem 
deixando o sol por trás 
de inseguranças efeminadas,...

isto soa tudo a falso,
querer ter livros para 
servir 
de incómodos a uma 
meretriz,
encravada na garganta,
e que só canta notas 
de flauta para retratos 
de família,...

se calhar,
mais vale o mundo
 ficar como está,
cómodo,
cheio de 
logo compros 
para saber se é bom



6.8.18

Hábitos de leitura

pensei em ler-te hoje,
à sombra do que deixei
 de entender quando
escrevias o céu,
e aqui,
onde o fogo nos
rodeia em golas de
renda sufocantes,
era a terra a dizer-me
que a escrita mata o
amor às coisas pequenas,...

mas os rebordos de
aço dos teus versos,
onde há mulheres
capazes de terraplanar
os destinos,
sem que a erva
daninha chamada homem
desnorteie a fertilidade,
desse lado não se resiste a
um grito para o futuro,...

por isso fui
ler-te de novo,...

gostei do cheiro
a western com que
fiquei na saudade que ainda
 recordo ter por ti


3.7.18

‘Abrir os olhos até ao branco’ Director’s cut

Do lugar comum da folha em branco, ou neste caso do cursor de um computador a piscar . Para o infinito. O passo pode parecer simples. Mas há o risco de durar anos. No meu caso talvez metade da minha vida. A poesia nunca foi uma prioridade do meu desejo, por vezes doentio, de escrever. Surgiu como mero acaso. Pode parecer presunção, com a água benta necessária, mas juro que não.
Poesia são os dois mais dois que a vida precisa para correr nos carris possíveis, não necessariamente nos certos. E, ao fim de vários anos de um desejo silenciado, e por vezes reprimido, surge o livro 'Abrir os olhos até ao branco'.
Não acho que seja um projeto com um fio condutor definido. Antes uma viagem de automóvel aos solavancos por um caminho com muitas curvas, paragens prolongadas para ganhar balanço, e um grande sentido de que este percurso poderá ser longo, assim eu mantenha esse desejo pungente de continuar a escrever .
Não quero realçar nenhum dos poemas que fazem parte deste livro. Um trabalho de descoberta é o mais importante que compete a um leitor, e só a ele. Um livro, assim que se completa o processo de edição, deixa de ser do seu autor. Passa a ser da história. Só queria sublinhar a mensagem que, penso eu, este livro encerra. A de descoberta. Ele passa pela escuridão, pela morte como omnipresente fator de catarse da vida, e passa também pela criação da vida. Tudo com o amor, algumas formas de amor, como ilha longínqua que um autor procura alcançar de cada vez que junta palavras com o intuito de lhes dar um som e sentido de beleza.
Em suma, 'Abrir os olhos até ao branco' porque a vida existe para ser vivida, como uma pele que é só nossa, e de mais ninguém .


2.7.18

Still to be continued

-O senhor quer morrer hoje?
À atoarda nem respondi. Estava mais com pressa de sair dali, e chegar a casa, do que dar conversa a quem não merecia. Mas ela continuou. Continuava a cacimbar, e já sentia os ossos a engilharem, como sempre acontece quando não quero enfrentar as situações.
-Só tinha era de sair da frente para eu passar!!!
A paciência mirrava-se-me a olhos vistos, e consegui, mesmo assim, levantar uma das mãos, e assentar-lhe no ombro. Acho que nada disse, mas a velha não retorquia também. Nem recuava um palmo que fosse. Aliás, até calcou os pés no chão. Trazia tipo umas redes calçadas, pretas e brancas, que por esta altura já estavam todas ensopadas em lama.
Achei que pelo menos um com licença ela me merecia. Mas continuou a falar. Tirou um livro pequeno, quase minúsculo, de capa acastanhada. Atirou-mo aos calcanhares, e disse que eu não merecia o chão que pisava. Peguei naquela amálgama de papel, ratada nas pontas, e vi que parecia um rol de mercearia. Folheei uma ou outra coisa, enquanto a velha não parava de ruminar qualquer coisa que eu nunca, e em qualquer momento, entendi.
Quando me pareceu razoável virar-lhe costas, só me saiu da garganta:
- Se a senhora não tem mais nada a fazer, tenho eu. Boa tarde.
Parou de chover. Galguei uns dez passos de lama, atravancada por uns pedregulhos que pareciam lontras a boiar num rio todo sujo de óleo.
Depois calquei a calçada de basalto, sem mais olhar para trás.
Sem ver, ouvi, ou pareceu-me ouvir, que a velha tinha reentrado no pechisbeque, e arrancado....

1.7.18

To be continued...

Estava surrealmente desligado de tudo, quando à beira de passar aquela estrada acordou-me o besouro irritante de tal desconcertada traquitana. Tinha rodas da cor do cascalho que banha o cimento acabado de assentar, uma porta, a traseira esquerda, cortada ao meio quase como se fosse uma lata de sardinhas em conserva. Parecia que falava, aos soluços, quando galgava metros à velocidade de um cão rezinga que palmilha restolho em busca de qualquer coisita para lhe atiçar o ladrar. Lá dentro, meio escondido no meio de estofos com molas penduradas, e uma pequena amostra de virgem de Fátima pendurada no retrovisor acastanhado, uma velha, dos seus setenta e quê, media a estrada de cara franzida. Olhos com dois vaga-lumes presos lá dentro, nariz de dúvida ou ponto de interrogação, é a mesma coisa. Parou-me rés ves à biqueira das botas cardadas, que ainda vinham ruçadas de mais um dia na estiva que nem devia vir a ser pago.
Não lhe queria falar. Tinha tanta vontade de o fazer como de ouvir uma algarviada daquelas de baile de paróquia, vomitada por um megafone de tantas cores que, na realidade, já não tem mesmo é cor nenhuma.
Mas a velha desafiou-me. A porta do lado do condutor daquele chavelho desengonçado nem abria, e ela teve de fincar as mãos na napa dos assentos, e sair pelo lado do pendura.
Mal pôs os pés cá fora, começou a cacimbar. Detesto chuva, sobre forma de bátega, de molha parvos, ou seja do que for...

28.6.18

Homem transparente

tinha aprendido a contornar os obstáculos visíveis e invisíveis do caminho,
para isso preferia os dias de chuva,
aquela sensação de que o peito nos aquece o molhado do tempo,
e serve para parar sempre que é indiferente prosseguir sem rumo,...

e por se aperceber de cada imaculada adoração da rotina,
chegava sempre aos sítios mais cedo,
com a espera de ter que esperar pela própria espera para se fazer anunciar,...

e depois havia os remates sem cor das conversas ditas de encher os momentos sem par,
cheios de por isto se vive desta forma,
e de desculpe se estou a ser intrusivo,...

mas era feliz sentindo que não iria nunca contribuir para a felicidade de ninguém,
seria sempre o homem que achava por bem evitar os obstáculos da rua,
de par em par,
de preferência quando chovesse



18.5.18

Praxis

e risos sóbrios com as linhas tortas dos dedos,
nem fazer o prazer com o estar calado ao amor,
só meias verdades ao orvalho do mal querer após o adeus,...

nomeaste-me assim o que estava à porta de um sonho do qual não se acorda,
sem sequer força para não medir o desejo do não ter para possuir,
por isso adeus,
no talvez do querer ficar,
resumo para bem de não ter mais fogo para servir de almofada


31.3.18

Sem título (96)

se escrever cartas de amor parar o tempo,
serás tu a condutora do destino?,
acredito que sim,..

no redondo dos ‘esses’ gira o mundo,
e com as curvas dos ‘emes’,
sente-se a frase obscura da criação,
a mesma que só nos pequenos gestos
da tua rotina eu consigo perceber,...

nunca me faltarás com a insubstituível
pressão de seres precisa, criteriosa com os ‘enes’
de todas a negações que indefines,
sim,..

é nas cartas de amor que leio um alfabeto,
a despenhar-se para os intervalos do espaço
que fica quando partes

Image result for torn heart


Tirado daqui



24.3.18

Requisitos

Fala-me do frio das coisas quando a razão se perde,
E só ficas tu para coseres o rebordo da mínima essência do tempo,
Sem espaço escrito...


21.3.18

O meu Dia Mundial da Poesia

Nem sei porque escrevo poesia,
sei porque não escrevo ideias sem sentido,
e histórias com estórias baratas
e sem sentido dentro,
agora poemas não sei,...

talvez pelo fumo do sentir
só,
talvez porque amanhã não
estarei para o recordar,...

escrevo poemas porque sim,
portanto,
não justifico o injustificável

Image result for writing poetry

Tirado daqui

15.2.18

...:(...

...cortando-me a cabeça em pequenos bocados,
Virás agarrada a cada minúscula parte de sol que ainda resta,...

O tempo passou na roupa estendida por cima de cada acordar,
De todos os respirares insuficientes 
Que cortavam o sono para que fosses tu a essência de todos os sonhos,...

Mas acabaste com o luar que foste e em que me banhava,
Dói caíres assim deste sentir feliz e de todas as cores,
Deixando-me sem razão,
Esquecendo o chão para caminhar agora em nuvens sem fundo,...

E de dor...

22.11.17

Indubitável

Nunca te aconteceu no silêncio sedutor da noite,
Olhares para o fio de prumo de luz que te namora o rosto,
Sem paternidade de madrugada ou de dia,
E descreres de mim com um despegar lento mas feito de um transparente doloroso?...

Pergunto-te a pergunta muda e irrepetivel porque me sobra o 
Fumo de mais este cigarro,
A subir apressado em serpente venenosa de despreocupação,
A espera de nada,
Mas desejando muitos tudos,

Não há riso nem portes de envio de solidão , nem sequer um adeus sacrificado quando o sol dá os sinais primeiros e últimos de ditadura dos dias sem cor,...

Só há um foste sem voltar á primeira casa do monopólio em que me tens preso para a eternidade ..

29.10.17

Writing..

Quero escrever,
Dizer o que penso sem falar ,
Resumir o que inseguramente me mata o riso,
Lavar a alma,
Fazer o lindo abstrair se do feio,...

Quero escrever porque a vida me deve o que de belo eu sou,
E o que de feio não quero nunca mais ser,

Se escrevo bem ou mal isso que digam os que vierem depois,
E os que estão agora,
E os que do passado me disseram a mim e outros que sim,
Que continuar é desafiar tudo isto fazendo o suficiente para dormir,
E regressar para mais, sempre mais,...


Passar por aqui é dizer a quem vem depois que somos o avesso do que nunca quisemos ser ...

21.6.17

(Re) tentar

Aquele homem parece capaz de qualquer coisa para refazer o que perdeu durante uma tarde de chuva. Para já sentou-se na esquina da rua mais movimentada da cidade. Cuidadosamente evita que carros fantasmagóricos, vestidos de sombra, lhe arrastem o espírito. E pensa. Reflete nas coisas sem sentido irresolvíveis. À luz do sol….

14.6.11

A sinuosa tarefa de criar


Nunca escrevi a sério sobre o motivo pelo qual escrevo. Às vezes penso que é por me fazer sentir feliz. Com poder sobre as coisas. Mas ao mesmo tempo, só o pensar que escrever faz as pessoas sentirem-se felizes, roça um pouco o ridículo. E daí talvez não. A poesia, de tão abstracta que consegue ser, cria um mundo alternativo que pode ser de todas as formas e feitios. Com cheiros indisfarçavelmente agradáveis, ou aterrorizantes quanto baste. Não sei de nada que possa ser realizador, o suficiente, capaz de suplantar este sentimento.
Com isto tudo, acho que este blogue vai continuar......, por mais algum tempo,...pelo menos...

12.6.10

Pensei isto,e.....

Esta brincadeira da escrita começou como uma necessidade de afirmação, e agora é quase um mundo paralelo. Serve para que me desprenda do que tenho. Que sinta o que provavelmente nunca virei a ter. Acima de tudo, não sei o que procuro com tudo isto. Deveria querer afastar-me da escrita quando saio do trabalho, diariamente. Tudo isto é repetitivo. A técnica é sempre a mesma. Há considerandos que julgam a escrita como uma actividade menor.
Mas, não obstante tudo isto, e a julgar que tudo o que relatei é digno de crédito, não consigo desprender-me de nada. Existem sempre pequenas coisas que me prendem à ficção.
À poesia.
O ler um trecho curto, mas tão intrinsecamente diferente que me leva a querer fazer melhor.
A necessidade de ficção que a minha existência sempre teve.
Na escrita as coisas são simplesmente diferentes de tudo o que a realidade nos dá no quotidiano.
As pessoas não são assim tão lineares. Os conceitos são moldáveis, e nunca imutáveis. O tempo é só um acessório de criação, e nunca o maior assassino da própria existência humana.
Escrever é tantas coisas somadas que conduzem sempre ao destino seguro que é o regresso a ela. Um segundo pode ser maior que quatro mil milhões de anos de existência da vida. E a morte não tem necessariamente de ser o fim deste jogo da criação.
Juntar palavras é bacoco. Mas é sublime. As paredes são sempre maleáveis no fim de se absorver um texto bem escrito. Há um rei que não manda, e súbditos que matam ao Deus dará. E há sonhadores. Miúdos, velhos, discípulos do mal e do bem que trocam de papéis na mesma proporção em que não têm quaisquer papéis definidos na vida. É de facto o último limiar da liberdade humana. Não sei como consigo resumir melhor o que sinto pela escrita.
Talvez só deixando de escrever......

Etiquetas

Poesia (758) Vida (458) Surreal (296) Introspecção (186) poemas (182) Homem (178) Pensamentos (163) Textos (87) Sem Título (77) Sonhos (77) prosa (70) Portugal (68) Contos (54) imagem (52) Sórdido (51) escrita (50) abstrato (49) musica (49) youtube (47) video (46) Um dia gostava de saber escrever assim (45) Tempo (43) Literatura (40) Amor (38) Reflexão (37) Absurdo (35) Política (34) Escrever (33) Ironia (33) autores (32) poesias (31) foto (28) Passado (27) poema (27) tristeza (27) Humor (24) Fantasia (23) História (20) Morte (19) imagens (19) Ficção (17) Memória (17) Recordações (17) introspecao (17) introspeção (17) pensar (17) rotina (17) Regresso (15) Desilusão (14) pensamento (14) texto (14) lisboa (13) Dedicatória (12) Música (12) Pelo Menos (12) Texto # (12) Menina perfeita (11) desespero (11) gif (10) nonsense (10) solidão (10) 'Depois de almoço' (9) Rimas (9) escritores (9) ideias (9) quotidiano (9) irreal (8) Divagações (7) Mundo (7) Suspense (7) blogue (7) cinema (7) coisas estúpidas (7) escritaautomática (7) fotos (7) real (7) Discurso de (6) Diálogo (6) Vídeos (6) gatos (6) noite (6) sentimentos (6) ser (6) sombrio (6) Comiseração (5) Homenagem (5) Inatingivel (5) ciidade (5) desnorte (5) fotografia (5) giphy (5) luxos importados (5) paginas partilhadas (5) presente (5) qualquer coisa (5) trabalho (5) vídeo (5) Actualidade (4) Dia Mundial da Poesia (4) Natal (4) Viagens (4) animais (4) belo (4) concursos (4) curtas (4) depressão (4) do nada (4) imaginário (4) meditação (4) politica (4) recordar (4) sonhar (4) subjectividade (4) videos (4) Ali antes do almoço e a umas horas do sono (3) Gótico (3) Vício (3) cidade (3) colaborações (3) comédia (3) conversas (3) curtos (3) dia (3) dor (3) espaço (3) ilusão (3) intervenção (3) medo (3) obscuro (3) país (3) porque sim (3) páginas partilhadas (3) saudade (3) social (3) surrealista (3) tarde (3) terra (3) 'abrir os olhos até ao branco' (2) 'na terra de' (2) América Latina (2) Fernando pessoa (2) Poemas de enternecer (2) Religião (2) adeus (2) ausência (2) autor (2) beleza (2) conformismo (2) conto (2) crossover (2) céu (2) decepção (2) destino (2) evento (2) existência (2) fado (2) falhanço (2) fim (2) futuro (2) hate myself (2) instrospeção (2) interior (2) jogos de palavras (2) leituras (2) liberdade (2) livros (2) luta (2) língua (2) manhã (2) mensagem (2) monólogo (2) mulher (2) parvoíces (2) pessimismo (2) popular (2) prosa poética (2) relacionamentos (2) ridículo (2) sem sentido (2) sentimento (2) sexo (2) sonho (2) subjetividade (2) é meu (2) Africa (1) Denúncia (1) Haikai (1) Justiça (1) Poesia escrita lisboa verão (1) Teatro (1) Universo (1) acrescenta um ponto ao conto (1) alegria (1) amargo (1) animado (1) aniversario (1) aniversário (1) ao calhas (1) armagedão (1) arte (1) blackadder (1) breve (1) brincadeira (1) campo (1) canto (1) cartas (1) coletâneas (1) comida (1) conhecer (1) contribuições (1) crónica (1) curto (1) descoberta (1) desejo (1) dialogo (1) discriminação (1) divulgação (1) doença (1) e tal (1) erotismo (1) escrita criativa (1) estória (1) estórias (1) família (1) felicidade (1) filmes (1) filosofia (1) fim de semana (1) fofinho (1) guerra (1) haiku (1) hesitações (1) horuscultuliterarte (1) humano (1) ideia (1) ilusao (1) indecente (1) infancia (1) iniciativas (1) insulto (1) inutil (1) inverno (1) jardim (1) jogo de palavras (1) já se comia qualquer coisa (1) lamento (1) lembrança (1) linguagem (1) link (1) links (1) livre (1) loucura (1) mario viegas (1) metáforas (1) natureza (1) nomes (1) novidade (1) não sei se um dia gostava de saber escrever assim (1) números (1) once upon a time (1) outono (1) outono quente (1) participações (1) pensáveis (1) perda (1) pessoas (1) pobreza (1) poetas (1) português (1) promoção (1) provocação (1) proximidade (1) psicose (1) qualquer coisa antes de almoço (1) quandistão (1) quarto esférico do fim (1) rap (1) razão (1) reflexao (1) residir (1) revolta (1) ridiculo (1) riso (1) ruído (1) simples (1) sociedade (1) som (1) statement (1) subjetivo (1) televisão (1) vazio (1) versos (1) violência (1) vuday (1) vulgar (1) África (1)