18.7.18

Despedi da

sei do vento
despido na manhã
suja dos últimos
dias do adeus,
com a frase
irremediável escrita
no verde de todas
as rotinas,
dei para a
tua última
impressão
do real,...

chamavas todas as
coisas do azul
incompreendido,
balbuciando o amor
como perdido,
e a redução do tempo
para o fim como a
maior indefinição
ainda por beijar,...

passo a passo
industriámos a forma
única de,
Indiscutivelmente,
deixarmos o silêncio
para trás neste
reduto de gritos estridentes,...

para tudo acabar
na demora da
chuva que limpa
a roupa suja de mal

1 comentário:

Mary - Strawberrycandy disse...

Poema lindo!
Beijinhos,
Espero por ti em:
strawberrycandymoreira.blogspot.pt
http://www.facebook.com/omeurefugioculinario
https://www.instagram.com/marysolianimoreira/

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