18.2.18

Água morna do esquecimento

se me moldasses o choro,
dando de mim o que peço que os outros nunca se lembrem,
esperava aqui na cintura dos dias,
onde sempre procuro o perdido já passado por mim,
e mastigava o horizonte à espera que me viesses buscar,...

quando o próximo segundo se desmaterializar,
estou como sempre me tiveste nos bolsos da distância,
acomodado,
devotado a cada fibra do teu ser que queres que conheça,..

e agora conto os momentos em música até voltares,
não quero que acabe na água morna do esquecimento,...

 
a única coisa do baralhado do tempo,
é precisar de ti no respirar desesperado das noites acordado...

6 comentários:

Identificate disse...

Que poema tão bonito, adoro escrever também :) Só escrevo quando sinto mesmo necessidade e liberto tudo o que sinto!

https://skidentificate.blogspot.pt/

Chic e Milionária disse...

Lindo...

Porventura escrevo disse...

Escrever ê nesmo necessidade. Concordo:) obrigado

Porventura escrevo disse...

Obrigado :)

Sara Canhoto disse...

Gostei bastante! Continuação de bom trabalho.

https://healthyfoodandme.wordpress.com/

Porventura escrevo disse...

Obrigado sara

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